sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Fotos da Antiga São Rafael, feitas durante a estiagens de 2013.

                      Tanque no muro da casa de Chico Azevedo, Antiga São Rafael
 

                                       Ruinas da Igreja Matriz, Antiga São Rafael 

                  Barcos ancorados próximo as ruinas da Igreja, Antiga São Rafael


                               Ruinas do  Murro da Escola Estadual Tristão de Barros


                      Parte da Torre submersa da Igreja Matriz, Antiga São Rafael 


                         Ruinas do Cemitério da Antiga São Rafael, ano 2014

                       Piso da Quadra de Esporte, construída na década de 1950

                         Piso da Estação Férreo, construída na década de 1950

Fotos: Magnus Nascimento

domingo, 26 de janeiro de 2020

Relembrando a velha São Rafael - RN




Rua Casa de Joaquim de Terto, localizada na rua, próximo ao rio piranhas
Rua Senador Georgino Avelino.
Estação do Trem, na Rua Sampaio Correia - Antiga São Rafael
Posto de Gasolina, Governador José Augusto Varela, Antiga São Rafael

Caixa dágua da Linha do trem, localizada na Rua Luiz Batista Pimentel
  

Rua Governador José Augusto Varela


Bar de Ivanaldo - Antiga São Rafael

Ultima rua da Antiga São Rafael, Próximo ao Rio Piranhas.


Foto Aérea da Antiga São Rafael

Foto Aérea do Centro Comercial da Antiga São Rafael

Igreja Matriz da Antiga São Rafael

Igreja Matriz da Antiga São Rafael em ruinas

Rua Senador Georgino Avelino

Esquina do Bar de Ivo, na Rua Gov. José Augusto Varela
Final da Rua Governador Jose Augusto Varela.
Estação do Trem, construída na Década de 50, antiga São Rafael
Quadra Municipal da Antiga São Rafael, localizada em frente a Prefeitura
Banhistas a margens do Rio Piranhas, Antiga São Rafael

BARÃO DE SERRA BRANCA É UM DISTRITO LOCALIZADO NO MUNICÍPIO DE SANTANA DO MATOS/RN, RECEBE ESSE NOME EM HOMENAGEM AO BARÃO FELIPE NERI.

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Felipe Neri comprou o título de Barão por 15 mil contos de réis, sendo concedido em 19 de agosto de 1888, pela princesa Isabel. Ele esteve envolvido com a política apenas durante a monarquia. Câmara Cascudo, em seu Livro das Velhas Figuras 6, lembra que o Barão, como chefe conservador, financiava eleições e ia à frente dos eleitores decidir o pleito. 

O Barão de Serra Branca nasceu em Santana do Matos em 2 de maio de 1829. Era filho de pequenos proprietários rurais e criou-se na luta do campo. O Barão de Serra Branca foi integrante da Assembléia Legislativa Provincial em 1878-79 e 1880-81. 

A fabricação de açúcar só teve maiores rumos em 1845, assim como a criação do gado passou a ser mais rentável a partir de 1860. "Felipe Neri estava no seu clima...", acrescenta Câmara Cascudo. 

Mesmo sendo o tipo tradicional do patriarca, Felipe Neri era risonho e gostava de tocar rebeca na parte da tarde. Sentava-se numa cadeira de couro, afinava o instrumento e fazia a alegria dos molequinhos que se juntavam para ouví-lo. 

Em 30 de março de 1888, o Barão de Serra Branca libertou seus escravos. O nome do sítio Serra Branca se deve ao belo elevado de rocha coberta por uma cor alva que dá um tom de cordilheira dos Andes à serra. 
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Ele morreu em 16 de julho de 1893, nos arredores de Caicó, quando retornava da sua visita ao Juazeiro. Conta-se até hoje que o Padre Cícero teve uma premonição e deu um conselho ao amigo que só se "arranchasse" quando chegasse em terras do Rio Grande do Norte.


FONTE - http://tribunadonorte.com.br/especiais/redescobrindorn/redescobrindorn_paginterna.php?id=150051

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Visita à antiga cidade de São Rafael





O Professor Canindé Pinheiro da EMFAS visitou na manhã desta quinta feira 17/11/16 as ruínas da antiga São Rafael, localizada a cerca de 4 km da seda da nova São Rafael, com a assistência de Leslie Lima, Thiago Pinheiro, José Serafim e Ulisvaldo e acompanhado por antigos moradores daquela localidade, os alunos dos respectivos 7º ano 01 e 02 obtiveram mais informações a cerca de todo o processo que culminou com a construção da Barragem e da mudança do Município. Este ano de 2016, completou 33 anos da transferência da população para a nova cidade.
Na oportunidade os alunos ficaram sabendo mais sobre a construção da velha cidade, inclusive o período que foi construído a Igreja Matriz e sua respectiva torre, a estação do trem, entre outros prédios históricos.

No momento atual, devido a grande estiagem de chuvas e o baixo nível de água da Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, tem aparecido um grande numero de ruínas das antigas residências, praças, prédios comerciais e prédios históricos da velha cidade.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Assunto do Ensino Médio





Período Clássico da Grécia Antiga

Por Antonio Gasparetto Junior 


O Período Clássico é também identificado como “Período das 
Hegemonias” por causa do revezamento de soberania que ocorreu 
entre as cidades-estado Atenas e Esparta. Essa fase da história da
 Grécia Antiga, entre os séculos VI e IV a.C., é identificada como a
mais gloriosa dos gregos, mesmo sendo também um período de 
muitas guerras.

Partenon, um dos mais importantes monumentos do Período Clássico da Grécia.. Foto: pudi studio / Shutterstock.com
Partenon, um dos mais importantes monumentos do Período Clássico da Grécia.. Foto: pudi studio / Shutterstock.com
O Período Clássico da história da Grécia Antiga é repleto de conflitos. Logo no início do período houve uma série de enfrentamentos entre os gregos e os persas. Em 490 a.C. o rei persa, Dario I, declarou guerra contra os gregos por causa da revolta gerada na Jônia em consequência da conquista dos persas. A atitude de Dario I foi uma tentativa de punição ao comportamento de suas novas colônias, para isso invadiu a Hélade. Entretanto os gregos derrotaram os persas. Dez anos depois o filho de Dario I, Xerxes I, lidera os persas para mais uma ataque aos gregos, mas acabam derrotados novamente. Insistentes, os persas tentam a vitória através de uma terceira guerra em 468 a.C. e tornam a sair derrotados. Esta última derrota fez com que os persas assinassem um tratado reconhecendo a superioridade dos gregos no Mar Egeu. Todos esses momentos são capítulos das chamadas Guerras Médicas.
Entre a segunda guerra médica e a terceira os atenienses lançam a pedra fundamental de suahegemonia por muitos anos, trata-se da criação da Liga de Delos. A Liga de Delos foi capitaneada por Atenas com o propósito de reunir as cidades gregas e se organizaram para o caso de uma nova invasão dos persas. As cidades que integravam a Liga ou Confederação de Delos comprometiam-se a pagar tributos anuais e a ceder homens e barcos em caso de conflitos. Mesmo com os persas totalmente derrotados na terceira tentativa de invasão, a Liga de Delos permaneceu e com o tempo acidade-estado de Atenas começou a utilizá-la em benefício próprio. Com isso Atenas se enriqueceu e modernizou, espalhando sua superioridade sobre as cidades gregas e as colônias na Ásia Menor.
É durante o período de hegemonia de Atenas que se destaca um dos mais ilustres atenienses,Péricles. O governo de Péricles foi responsável por ampla modernização, ampliação dos vínculos comerciais, enriquecimento e disseminação dos padrões políticos de Atenas. Tamanho foi o impacto do governante que o século V a.C. ficou conhecido como “Século de Péricles”.
O imperialismo ateniense já estava consolidado, especialmente em consequência do governo de Péricles. Atenas decide então transformar as contribuições anuais que eram feitas pelas cidades integrantes da Liga de Delos em impostos e ainda proíbe que as mesmas abandonem a Confederação. Tal posicionamento gerou a insatisfação de algumas cidades, em especial Esparta. As cidades inconformadas se uniram sob a liderança de Esparta para contestar o imperialismo ateniense e fundaram a Liga do Peloponeso. Não tardou para que as duas ligas, a Liga de Delos e a Liga do Peloponeso, se confrontassem. A Guerra do Peloponeso (431 a.C. – 417 a.C.) colocou em choque o modelo político democrático de Atenas e o modelo político oligárquico militarista de Esparta. A tradição militar desta foi decisiva no tocante dos conflitos e foi responsável por colocar fim à hegemonia ateniense, inaugurava-se então a fase de imperialismo espartano na Grécia.
A fase de superioridade de Esparta no mundo grego não durou muito tempo, já encontrava em expansão o Império Macedônico na mesma época. Os gregos consideravam os macedônicosbárbaros por não falarem a língua clássica, mas mesmo assim muitos nobres da Macedônia assimilaram costumes gregos. O Império Macedônico e as cidades gregas, lideradas por Esparta, entram em guerra e mesmo com toda a tradição militar espartana não foi possível evitar a derrota para os macedônicos em Queroneia. Filipe e Alexandre, seu filho, conquistaram a Grécia continental e encerraram o Período Clássico da Grécia. Alexandre, o Grande, assumiu o Império da Macedônia quando seu pai morreu assassinado e dá continuidade ao projeto de expansão que visava conquistar todo o mundo persa. Carregando a incorporação de costumes gregos, surgiu a cultura helenística que associava a cultura grega com a macedônica.

http://www.infoescola.com/grecia-antiga/periodo-classico/

Assunto do Ensino Medio

ESPARTA E ATENAS

Atenas
Atena, deusa grega que deu nome à cidade.
Esparta e Atenas, ao mesmo em que foram as principais cidades gregas, também representaram uma das maiores antíteses de toda a Idade Antiga. As duas cidades eram totalmente diferentes em vários pontos: a maneira de fazer política, a importância da guerra, das artes e da cultura, entre outros aspectos.
Esparta fora uma cidade fundada pelos dórios durante o século IX a.C. totalmente diferente de todas as cidades da época. Na verdade, Esparta parecia mais um acampamento militar do que uma cidade propriamente dita. Essa era a principal característica dos espartanos: o seu caráter essencialmente militar.
esparta
Rei Leônidas de Esparta
Para se ter uma ideia, os mesmos eram educados segundo uma rigorosa disciplina; o objetivo da educação espartana era transformar seus cidadãos em guerreiros fortes, obedientes e competentes. Fora por meio da guerra que Esparta conquistou diversas cidades. A sociedade era dividida em espartanos, descendentes dos dórios e únicos a ter direitos políticos, periecos, descendente dos aqueus que exerciam atividades ligadas ao comércio e artesanato, e os hilotas, escravos de guerra.
A começar pela sua fundação, Atenas já se diferenciava de Esparta, tendo sido fundada pelos jônios. Os atenienses sobreviviam principalmente da agricultura, da pesca e do comércio marítimo. A sociedade ateniense era dividida em eupátridas (grandes proprietários de terra), georgóis (pequenos proprietários), dimiurgos (artesões especializados) e escravos.
Diferentemente de Esparta, que focava na guerra, Atenas valorizava a educação de seu povo. Isso fez com que a cidade tenha se transformado no centro cultural e intelectual do Ocidente. É em Atenas que surge a filosofia e a democracia, isto é, a cidade foi o berço de todo o Mundo Ocidental.
fonte: http://www.historiadetudo.com/esparta-atenas