domingo, 5 de julho de 2015

ASSUNTO DO ENSINO MÉDIO

Hebreus

Os hebreus são conhecidos como israelitas ou judeus.
Antepassados do povo judeu, os hebreus têm uma historia marcada por migrações e pelo monoteísmo.
Muitas informações sobre a história dos hebreus baseiam-se na interpretação de textos do Antigo Testamento, a primeira parte da Bíblia. O Antigo testamento foi escrito com base na tradição oral dos hebreus. Consta dele, por exemplo, a interpretação feita por esse povo da origem do mundo e de muitas das normas éticas e morais de sua sociedade. Convém ressaltar, entretanto, que esses textos são repletos de símbolos e sua interpretação é bastante difícil.
Vestígios da sociedade hebraica continuam sendo encontrados. Eles contribuem para lançar novas luzes sobre a história dos hebreus.
Segundo a tradição, Abraão, o patriarca fundador da nação hebraica, recebeu de Deus a missão de migrar para Canaã, terra dos cananeus, depois chamada de palestina, onde se localiza hoje a Estado de Israel.
Após passarem um período na terra dos cananeus, os hebreus, foram para o Egito, onde viveram em 300 e 400 anos, e acabaram transformados em escravos. Sua historia começa a ganhar destaque a partir do momento em que resolvem sair do Egito e, sob a liderança de Moisés, voltar a Canaã. Na história judaica, esse retorno é chamado de êxodo e aconteceu entre 1300 e 1250 a.C.
Em 70 d.C., a Palestina  era uma província do Império Romano; as muitas rebeliões ocorridas na região levaram o governo imperial a expulsar os hebreus da Palestina. Esse acontecimento é denominado dediáspora. Até 1948, quando foi fundado o estado de Israel, os judeus viveram sem pátria, atualmente são os palestinos que não tem pátria, pois suas terras foram tomadas pelos israelenses.
Praticam a agricultura, o pastoreio, o artesanato e o comércio. Têm por base social o trabalho de escravos e servos. As tribos são dirigidas de forma absoluta pelos chefes de família (patriarcas), que acumulam as funções de sacerdote, juiz e chefe militar. Com a unificação destas, a partir de 1010 a.C., elegem juízes para vigiar o cumprimento do culto e da lei. Depois se unem em torno do rei. Produzem uma literatura dispersa, mas importante, contida em parte na Bíblia e no Talmude.

Localização

A Palestina localizava-se em uma estreita faixa a sudoeste do atual Líbano. O rio Jordão divide a região em duas partes: a leste a Transjordânia; e a oeste, a Cisjordânia. Essa região é atualmente ocupada pelo estado de Israel.
Até hoje a região é bastaste árida. O principal rio é o Jordão, e assim mesmo não era suficiente para grandes obras de irrigação. Um solo pouco fértil e um clima bastante seco impediam que a região fosse rica. No entanto, tinha bastante importância, pois era passagem e ligação entre a Mesopotâmia e a Ásia Menor. E foi nessa região que assentou o povo hebreu, um entre os muitos que vagaram e se estabeleceram na Palestina.

Organização social e política dos hebreus

Após a morte de Moisés, os hebreus chegaram à palestina e, sob a liderança de Josué, que cruza o rio Jordão, combate com os cananeus que então habitavam a terra prometida. Vencidos os cananeus, os israelitas se estabelecem na Palestina. Nessa época, o povo hebreu estava dividido em 12 tribos (“os doze filhos de Israel”), que viviam em clãs compostos pelos patriarcas, seus filhos, mulheres e trabalhadores não livres.
O poder e prestígio desses clãs eram personificados pelo patriarca, e os laços entre esses clãs eram muito frágeis. Porém, devido às lutas pelas conquistas de Canaã ou Terra Prometida, surgiu necessidade do poder e do comando estar nas mãos de chefes militares. Estes chefes passaram a ser conhecidos como Juizes.
Com a concentração do poder em suas mãos, os juizes procuraram à união das doze tribos, pois ela possibilitaria a realização do objeto comum: O domínio da Palestina.  As principais lideranças deste período foram os juizes: Sansão, Otoniel, Gideão e Samuel, todos eram considerados enviados de Jeová, para comandar os Hebreus.
A união das doze tribos era difícil de ser conseguida e mantida, pois os juizes tinham um poder temporário e mesmo com a unidade cultural, (língua, costumes, e, principalmente religião), havia muita divisão política entre as tribos. Assim foi preciso estabelecer uma unidade política. Isto foi conseguido através da centralização do poder nas mãos de um monarca, Rei, o qual teria sido escolhido por Jeová para governar.

Os reis hebreus

O primeiro rei hebreu foi Saul (1010 a.C.) que liderou guerras contra os filisteus, porém morreu sem conseguir vencê-los. Foi sucedido por Davi (1006 a 966 a.C.), que conseguiu derrotar os filisteus e estabeleceu domínio sobre a Palestina, fundando o Estado Hebreu, cuja a capital passou a ser Jerusalém. E iniciou uma fase marcada pelo expansionismo militar e pela prosperidade.
Em seguida, Salomão ( 966 a 926 a.C.); sábio e pacífico famoso pelo poder e riqueza. Filho de Davi desenvolveu o comércio, aumentando a influência do reinado sem recorrer a guerra. No entanto a fartura e a riqueza que marcaram o seu reinado exigiam o constante aumento de impostos, que empobreciam mais e mais o trabalhador, criando um clima de insatisfação no povo hebreu.

O cisma político-religioso: os reinos de Israel e Judá

Após a morte de Salomão, houve a divisão política e religiosa das tribos e o fim da monarquia unificada.
Os hebreus dividiram-se em Dez tribos do norte e formaram o Reino de Israel, liderados por Jerobaão. Após disputas internas, chegaram a um acordo em 878 a.C., com a escolha  de Omri para rei. Apesar de a veneração a Iavé persistir, foi introduzido o culto a vários deuses.
 Duas tribos do sul e formaram o Reino Judá, liderados por Reoboão, filho de Salomão (924 a.C.).

A dominação estrangeira

O Reino de Israel, desde o inicio viveu na idolatria; isto fez com que a ira de Deus se manifestasse sobre ele permitindo que no ano 722 a.C., fosse conquistado por Sargão II, da Assíria, e seu povo fosse levado para o cativeiro, sendo seu território habitado por outros povos, ali colocados por ordem do rei da Assíria.
O castigo de Deus veio sobre ela através do rei Nabucodonosor, da Babilônia, no ano 586 a.C. A cidade santa, Jerusalém, foi destruída  e o Templo queimado e os nobres eram amarrados e levados para o cativeiro.
O cativeiro durou até os dias de Ciro, rei da Pérsia que permitiu que o povo que estava escravizado na Caldéia, regressar a Palestina e reerguer o Templo de Jerusalém (536 a.C.). A seguir a Palestina foi invadida por Alexandre da Macedônia (322 a.C.). Depois passou a seu protetorado egípcio (301 a.C.), Colônia Síria (198 a.C.), e província romana (63 a.C.).
No ano 70 da era cristã, após uma fracassada revolta contra a dominação romana, Jerusalém foi conquistada por Tito e seus exércitos, ocorrendo uma segunda destruição do Templo. Atualmente do templo de Jerusalém resta apenas um muro, conhecido como o Muro das Lamentações.

A religião dos hebreus

Os hebreus foram um dos primeiros povos a cultuar um único deus, isto é, eram monoteístas. No judaísmo, religião professada pelos hebreus, o único deus é Javé, cuja imagem não pode ser representada em pinturas ou estátuas.
O judaísmo é baseado nos Dez Mandamentos supostamente revelados a Moisés no monte Sinai.
Os dois traços característicos da religião dos hebreus são o monoteísmo e o salvacionismo isto é a crença na vinda de um Messias ou Salvador para libertar o povo hebreu.
O Judaísmo constitui uma das bases do cristianismo, com o qual o Islamismo formou tríade das religiões universais.

Páginas de uma Bíblia escrita em aramaico

Aspectos culturais

Da cultura criada pelos hebreus, a religião, é sem dúvida o legado mais importante. A escrita e literatura, entre os hebreus, povo de língua semita, surgiu muito cedo através de uma escrita própria. A arqueologia revelou a existência da escrita a partir de meados do segundo milênios a. C., (época do Êxodo). Aos poucos, porém eles foram substituindo, em sua escrita a sua língua original pelo aramaico, que era a língua comercial e diplomática do Oriente, próximo na antiguidade. O alfabeto hebraico atual é uma variedade do aramaico, que juntamente com a língua aramaica tornou-se muito difundido, suplantando os outros alfabetos e línguas semitas.

Fragmento de pedra com escrita em aramaico
Nas artes o monoteísmo hebraico influenciou todas as realizações culturais dos hebreus. Deve-se destacar a arquitetura, especialmente a construção de Templos, muralhas e fortificações. A maior realização arquitetônica foi o Templo de Jerusalém.

Templo de Jerusalém
Nas ciências, não apresentaram progresso notável. A importância cultural da sociedade hebraica residiu principalmente na esfera religiosa e moral (na lei Mosaica), sua área de influência atingiu o Ocidente e grande parte do oriente.

ASSUNTOS DO ENSINO MEDIO

Fenícios

A civilização fenícia desenvolveu-se na Fenícia, território do atual Líbano. Os fenícios eram povos de origem semita. Por volta de 3000 a.C., estabeleceram-se numa estreita faixa de terra com cerca de 35 km de largura, situada entre as montanhas do Líbano e o mar Mediterrâneo. Com 200 km de extensão, corresponde a maior parte do litoral do atual Líbano e uma pequena parte da Síria.
Por habitarem uma região montanhosa e com poucas terras férteis, os fenícios dedicaram-se à pesca e ao comércio marítimo.
As cidades fenícias que mais de desenvolveram na antiguidade foram Biblos, Tiro e Sidon.
Características da Fenícia
A fenícia, terra de marinheiros e comerciantes, ocupava uma estreita área, com aproximadamente 40 km de largura, entre o mar Mediterrâneo e as montanhas do Libano. Atualmente essa região corresponde ao Libano e a parte da Síria.
O solo montanhoso da Fenícia não era favorável ao desenvolvimento agrícola e pastoril. Vivendo como que espremido em seu território. o povo fenício percebeu a necessidade de se lançar ao mar e desenvolver o comércio pelas cidades do Mediterrâneo.
Entre os fatores que favoreceram o sucesso comercial e marítimo da Fenícia, podemos destacar que a região:
Era muito encruzilhada de rotas comerciais, o escoadouro natural das caravanas de comercio que vinham da Ásia em direção ao Mediterrâneo;
Era rica em cedros, que forneciam a valiosa madeira para a construção de navios;
Possuía bons portos naturais em suas principais cidades (Ugarit, Biblos, Sidon e Tiro);
Tinha praias repletas de um molusco (múrice), do qual se extraía a púrpura, corante de cor vermelha utilizando para o tingimento de tecidos, muito procurados entre as elites de diversas regiões da Antiguidade.

As cidades fenícias

A Fenícia era, na verdade, um conjunto de Cidades-Estado, independentes entre si. Algumas adotavam a Monarquia Hereditária; outras eram governadas por um Conselho de Anciãos. As cidades fenícias disputavam entre si e com outros povos, o controle das principais rotas do comércio marítimo.

Economia

A principal atividade econômica dos fenícios era o comércio. Em razão dos negócios comerciais, os fenícios desenvolveram técnicas de navegação marítima, tornando-se os maiores navegadores de Antiguidade. Desse modo, comerciavam com grande número de povos e em vários lugares do Mediterrâneo, guardando em segredo as rotas marítimas que descobriam. Considerável parte dos produtos comercializados pelos fenícios provinha de suas oficinas artesanais, que dedicavam à metalurgia (armas de bronze e de ferro, jóias de ouro e de prata, estátuas religiosas). à fabricação de vidros coloridos e à produção de tintura de tecidos (merecem destaque os tecidos de púrpura). Por sua vez, importavam de várias regiões produtos como metais, essências aromáticas, pedras preciosas, cavalos e cereais. Tiro era a principal cidade que se dedicava ao comércio de escravos, adquirindo prisioneiros de guerra e vendendo-os aos soberanos do Oriente próximo. Expandindo suas atividades comerciais, os fenícios fundaram diversas colônias que, a princípio, serviam de bases mercantis. Encontramos colônias fenícias em lugares como Chipre, Sicília, Sardenha e sul da Espanha. No norte da África, os fenícios fundaram a importante colônia de Cartago.
história dos fenícios
Relevo de um barco fenício

O alfabeto, uma criação fenícia

O que levou os fenícios a criarem o alfabeto foi justamente a necessidade de controlar e facilitar o comércio. O alfabeto fenício possuía 22 letras, apenas consoantes, e era, portanto, muito mais simples do que a escrita cuneiforme e a hieroglífica. O alfabeto fenício serviu de base para o alfabeto grego. Este deu origem ao alfabeto latino, que, por sua vez, gerou o alfabeto atualmente utilizado no Brasil.

Os fenícios e a religião

A religião dos fenícios era politeísta e antropomórfica. Os fenícios conservaram os antigos deuses tradicionais dos povos semitas: as divindades terrestres e celestes, comuns a todos os povos da Ásia antiga. Assinale-se, como fato estranho, que não deram maior importância às divindades do mar.
Cada cidade tinha seu deus, Baal (senhor), associado muitas vezes a uma entidade feminina - Baalit. O Baal de Sidon era Eshmun (deus da saúde). Biblos adorava Adônis (deus da vegetação), cujo culto se associava ao de Ashtart (a caldéia Ihstar; a grega Astartéia), deusa dos bens terrestres, do amor e da primavera, da fecundidade e da alegria. Em Tiro rendia-se culto a Melcart e Tanit.
Para aplacar a ira dos deuses sacrificavam-se animais. E, às vezes, realizavam-se terríveis sacrifícios humanos. Queimavam-se, inclusive, os próprios filhos. Em algumas ocasiões, 200 recém-nascidos foram lançados, ao mesmo tempo, ao fogo - enquanto as mães assistiam, impassíveis, ao sacrifício.

ASSUNTO DO ENSINO MEDIO


MESOPOTÂMIA – SOCIEDADE E CULTURA

HISTÓRIA GERAL

ASSUNTOS DO ENSINO MÉDIO






Mesopotâmia

Mesopotâmia, que em grego quer dizer ‘terra entre rios’, situava-se
 entre os rios Eufrates e Tigre  e conhecida por ser um dos berços da 
civilização humana. Localizada no Oriente Médio, atualmente esta 
histórica região constitui o território do Iraque.



Há cerca de 4.000 a.C., grupos tribais da Ásia Central e das montanhas da Eurásia chegaram ao local devido às extensas áreas férteis próximas aos rios, além da vantagem de terem água próxima, fornecendo subsídio para pesca, alimentação e transporte. Pelos mesmos motivos chegaram, tempos depois:

Sumérios


Zigurate
Desenvolveram um importante sistema de canalização dos rios para melhor armazenar a água para sua comunidade. Também criaram a escrita cuneiforme, registrando os detalhes de seus cotidianos através de placas de argila, e os zigurates, construções piramidais que serviam de armazenamento de produtos agrícolas e de prática religiosa. As cidades-Estado de Nipur, Lagash, Uruk e Ur datam da época dos sumérios.

Jardins Suspensos da Babilônia (pintura de Martin Heemskerck)

Babilônios

Criaram os primeiros códigos de lei para controlar asociedade, como as Leis de Talião (leia: Código de Hamurabi), formuladas pelo Imperador Hamurabi, que previam castigos severos aos criminosos de acordo com a gravidade de seus delitos. Por volta do século VII a.C., o Imperador Nabucodonosor II, que formava o Segundo Império Babilônico, ordenou que fossem construídos dois templos que serviriam de grande reverência arquitetônica: os Jardins Suspensos e a Torre de Babel.

Assírios

Tinham uma ampla organização militar e eram ávidos pela guerra. Quando dominavam determinados territórios, impunham castigos cruéis aos inimigos como forma de intimidá-los, para demonstrarem sua hegemonia.
Além destes, os acádioscaldeus e amoritas, dentre outros, também constituíram a sociedade mesopotâmica. Eles eram povos politeístas (acreditavam em vários deuses) e tinham uma ligação religiosa com a natureza.
Os povos da Mesopotâmia também desenvolveram a economia através da agricultura e dos pequenos comércios de caravanas, com base em uma política centralizada por um rei ou imperador.
Por volta do século VI a.C., o Império Persa se fortaleceu sob comando do Imperador Ciro II, que não poupou esforços para tomar o poder dos babilônios, que tinham pleno domínio da Mesopotâmia. A conquista dos persas acabou com as primeiras formas de dinâmica culturais que marcaram a sociedade de origem mesopotâmica, uma das pioneiras da Antiguidade.

sábado, 4 de julho de 2015

ASSUNTO DO ENSINO MÉDIO

Arte Egípcia

    O Egito desenvolveu uma das principais civilizações da Antiguidade e nos deixou uma produção cultural riquíssima. Temos informações detalhadas sobre essa cultura graças à sua escrita bem estruturada.
    Como a região é formada por um deserto, Saara, o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, na época de cheias, favorecendo a agricultura.
   O aspecto cultural mais significativo do Egito antigo era a religião, que tudo orientava. Acredita-se em vários deuses que poderiam interferir na história humana e na vida após a morte, mais importante que a vida terrena. A felicidade e a garantia da vida depois da morte dependiam dos rituais religiosos. A arte, como não poderia deixar de ser, refletia essa visão religiosa, que aparece representada em túmulos, esculturas, vasos e outros objetos deixados junto aos mortos. O fundamento ideológico da arte egípcia é a glorificação dos deuses e do rei defunto divinizado, para o qual se erguiam templos funerários e túmulos grandiosos.
    A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerra. Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.

A Organização
    Faraó – governante; Sacerdotes – responsáveis pelos rituais; Chefes Militares – responsáveis pela segurança do território; Escribas – responsáveis pela escrita; Povo Egípcio – comerciantes, artesãos, lavradores e pastores; e Escravos – inimigos capturados em guerra de conquistas.
    Os egípcios comuns consideravam uma honra e um dever religioso trabalhar nas Pirâmides, alguns registros afirmam que eles foram pagos com cerveja.

    A Escrita Egípcia
    Também foi algo importante para este povo, pois permitiram à divulgação de ideias, comunicação e controle de impostos, os primeiros hieróglifos eram nada mais que uma lista de mantimentos guardados nos depósitos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica – mais simplificada e usada para assuntos do cotidiano; e a hieroglífica – mais complexa e formada por desenhos e símbolos. As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos.

A Economia Egípcia
    Era baseado principalmente na agricultura que era realizada, principalmente, nas margens férteis do rio Nilo. Os egípcios também praticavam o comercio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas como canais de irrigação, pirâmides, templos e diques.

A Religião Egípcia
    Era repleta de mitos e crenças interessantes. Era politeísta, pois acreditavam na existência de vários deuses, muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado – Antropomórficos, que interferiam na vida das pessoas. Cada cidade possuía deus protetor e templos religiosos em sua homenagem.
    Como acreditavam na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo de preservar o corpo e os pertencentes para outra vida era uma preocupação. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam: chacal – esperteza noturna; gato – agilidade; carneiro – reprodução; jacaré – agilidade nos rios e pântanos; serpente – poder de ataque era também chamada de Uraeus, era tão importante que aparecia no turbante dos faraós que representava força e coragem; águia – capacidade de voar; escaravelho – ligado à ressurreição.

A Civilização Egípcia
    Destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano.

    Para entender melhor as fases da arte egípcia, veja as divisões da História Egípcia na Antiguidade:
·         Por volta de 3200 a 2200 a.C.  -  Período do Antigo Império
·         Por volta de 2000 a 1750 a.C. -  Período do Médio Império
·         Por volta de 1580 a 1085 a.C. -  Período do Novo Império

A Arquitetura
    Como consequência da intensa religiosidade, a arquitetura egípcia apresenta grandiosas construções mortuárias, que abrigavam os restos mortais dos faraós, além de belos templos dedicados às divindades. São exemplos dessas construções as pirâmides de Gizé, erguidas durante o Antigo Império.
    Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Grande parte delas era erguida com grandes blocos de pedra, utilizando mão de obra escrava.
    Por ordem dos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos, do Antigo Império, foram construídos três imensas pirâmides no deserto de Gizé para abrigar seus restos mortais. A maior delas, a de Quéops, tem 146 metros de altura e ocupa uma superfície de 54.300 metros quadrados. Esse monumento revela o domínio dos egípcios sobre a técnica de construção. Nas suas imensas paredes não existe nenhuma espécie de argamassa para unir os blocos de pedra.
    As pirâmides são as obras arquitetônicas mais conhecidas até hoje, mas foi no Novo Império que o Egito viveu o auge de seu poder e de sua cultura. Os faraós desse período ergueram grandes construções, como os templos de Carnac e Luxor, dedicados ao deus Amon.
    O aspecto artístico mais importante desses templos são as colunas decoradas com motivos da natureza, como a flor de papiro e a flor de lótus.
    As colunas construídas até então eram mais simples: não tinham base, o tronco era composto por sulcos e o capitel (a parte superior, em geral decorada, que arremata uma coluna) era pouco trabalhado. Assemelhavam-se às colunas gregas de estilo dórico.
    Durante o reinado de Ramsés II, no século XIII a.C., a principal preocupação do Egito era a expansão de seu poder político. Toda a arte desse período era usada como forma de demonstrar poder.
    O templo de Abu-Simbell e o pequeno templo de Abu-Simbell eram dedicados à deusa Hator, que representava o amor e a beleza. Neles, a arte demostra o poder político do faraó Ramsés II, com estátuas gigantescas e imensas colunas comemorativas de suas conquistas. Nessa época, os hieróglifos começaram a ser esculpidos nas fachadas e colunas dos templos, com o fim de deixar gravados para a posteridade os feitos de Ramsés II, e tornaram-se elemento de decoração da arquitetura.

Os Templos
    Não era um lugar de congregação dos fiéis, mas a casa do deus, que encarnado em sua estátua era objeto de um detalhado ritual diário em que era lavado, vestido, alimentado e lhe eram entregues oferendas. Em troca, a divindade correspondia dando prosperidade, paz e abundância boas colheitas ou uma cheia adequada do Nilo. Uma vez alcançada à maturidade de sua criação, consta de vários elementos. Em primeiro lugar, uma maciça muralha que separa o espaço sagrado do mundo exterior. Já dentro do recinto cercado encontram-se os pilares, muros com forma de tronco de pirâmide que abre a entrada principal e constituem o elemento mais colossal do templo. Depois dos pilares abre-se um pátio com portais, onde se purificam os que entram no templo. Por ultimo, rodeado por uma série de câmaras, encontra-se o santuário central ou Naos, uma pequena e escura cela onde reside o deus e que, além disso, cobre o barco sagrado em que este é levado nas procissões. A planta do templo é traçada com alguns recursos construtivos, como o rebaixamento da altura desde os pilares à Naos em conjunção com a elevação gradual do nível do solo, para dar a sensação de fechamento e convergência para a morada do deus. A mesma ideia reproduz a redução progressiva da luz, que vai da radiante e cegante luminosidade que brilha na entrada até a total e absoluta escuridão que reina na santa sanctorum.

As Tumbas
    Era câmaras revestidas com tijolos em uns grandes fossos escavados na areia do deserto e cobertas com uma singela construção retangular, a Mastaba, cujo aspecto lembra um grande banco de pedra. Esta forma que se manteve para as sepulturas não régias, dos particulares, pretendia reproduzir a moradia terrestre do morto ou, ao menos, conservar o seu aspecto, pois a Mastaba é ao mesmo tempo lugar de culto e uma morada para a eternidade. Uma esteira recordava o nome do defunto, descrevendo, além disso, as oferendas que deve receber.

As Pirâmides
    Elas foram construídas há mais de 2500 anos e resistem até hoje. Tumba real cujo sepulcro era colocado dentro ou embaixo da construção e que proclamava a fusão do faraó com o símbolo místico do sol.
    Para os egípcios, a pirâmide representava os raios do sol brilhando em direção a terra. Fica localizado na margem oeste do Rio Nilo, na direção do sol poente. Os egípcios acreditavam que o faraó se elevaria e se juntaria ao Sol, tomando o seu lugar de direito com os deuses todo por do Sol.
    A pirâmide tinha a função de abrigar e proteger o corpo do faraó mumificado e seus pertences dos saqueadores de túmulos. Logo, estas construções tinham de serem bem resistentes e protegidas e de difícil acesso. Os engenheiros, que deviam guardar os segredos de construção das pirâmides, planejavam armadilhas e acessos falsos dentro das construções. Tudo era pensado para que o corpo mumificado do faraó e seus pertences não fossem acessados.
    As pirâmides foram construídas numa época em que os faraós exerciam máximo poder politico, social e econômico. Quanto maior a pirâmide, maior seu poder e gloria. Com mão de obra escrava, elas eram construídas com blocos de pedras que chegavam a pesar até duas toneladas. Para serem finalizadas, demoravam, muitas vezes, mais de 20 anos. Desta forma, ainda em vida, o faraó começava a planejar e executar a construção da pirâmide.
    A matemática foi muito empregada na construção das pirâmides. Conhecedores desta ciência, os arquitetos planejavam as construções de forma a obter o máximo de perfeição possível. As pedras eram extraídas das pedreiras, cortadas e encaixadas de forma perfeita, o transporte e o resto de materiais empregados, assim como a elevação correta das rampas, a organização de toda mão de obra necessária, que poderia chegar a 100.000 trabalhadores. Grande parte dos blocos eram colocados sobre trenós de madeira e arrastados sobre uma longa rampa que era levantada ao mesmo tempo em que a construção, ficando totalmente descartado o uso da roda. Sua base hexagonal (seis lados) e seus quatro lados eram desenhados e construídos de forma simétrica, fatores que explicam a preservação delas até os dias atuais, revestida com calcário liso e de uma cor clara, seus alicerces contém esferas e cavidades, está sujeita a movimentos de expansão e contração sob ação do calor ou do frio, o revestimento original de alabastro (gesso) era feito de 144 mil pedras ao todo e era tão brilhante que poderia ser visto a quilômetros de distância.
    Encostado a sua parte leste, um templo funerário servia de sede do culto real e lugar de oferendas ao Ka (espirito) do faraó. Uma calçada coberta unia o templo funerário com o templo do vale, o lugar na qual eram realizados os processos de mumificação e onde se embarcavam as estatuas nas procissões. Também algumas possuem ao lado outras subsidiarias menores, chamadas pirâmides das rainhas.
    Elas possuem inscrições hieroglíficas, contando a vida do faraó ou trazendo orações para que os deuses soubessem dos feitos realizados pelo governante.
    Entre todas se destacam as três célebres pirâmides de Gizé, IV Dinastia. A grande pirâmide de Quéops é um colossal monumento de 230 metros de lado, a de Quéfren conserva o revestimento original de calcário na sua ponta. Junto ao templo do Vale encontra-se a conhecida Esfinge de Gizé, cujo rosto é do próprio faraó Quéfren e que representa a divindade solar, em forma de leão andrógino (hermafrodito) e em posição imóvel. A de Miquerinos com 66 metros, menor em dimensões que as anteriores, possuem duas câmaras funerárias e três pirâmides subsidiarias.

Os Faraós
    Os faraós eram os reis do Egito. Possuíam poderes absolutos na sociedade, decidindo sobre a vida politica, religiosa, econômica e militar. Como a transmissão de poder no Egito era hereditária, o faraó não era escolhido através do voto, mas sim por ter sido filho de outro faraó. Eram considerados deuses vivos. Os egípcios acreditavam que estes governantes eram filhos diretos do deus Osíris, portanto agiam como intermediários entre os deuses e a população. Ainda em vida o faraó começava a construir sua pirâmide, pois esta deveria ser o tumulo para o seu corpo. No sarcófago era colocado também o livro dos mortos, contando todas as coisas boas que o faraó fez em vida. Esta espécie de biografia era importante, pois os egípcios acreditavam que Osíris iria utiliza-la para julgar os mortos.
    O faraó mais jovem foi Tutancâmon, casou com 10 anos, assumiu o trono com 12 anos e morreu com 19 anos, em 2010 descobriu que ele morreu com malária, tinha saúde fraca com uma doença que enfraquecia os ossos.
    A maldição do faraó: no começo do século XX, os arqueólogos descobriram várias pirâmides no Egito. Nelas, encontraram diversos textos, entre eles, um que dizia: “morreria aquele que perturbasse o sono eterno do faraó.” Alguns dias após a entrada nas pirâmides, alguns arqueólogos morreram de forma estranha e sem explicação. O medo espalhou-se entre muitas pessoas. Porem, após alguns estudos, verificou-se que os arqueólogos morreram, pois inalaram, dentro das pirâmides, fungos mortais que atacavam os órgãos do corpo.

A Mumificação
    De acordo com a religião egípcia, a alma da pessoa necessitava de um corpo para a vida após a morte. Portanto, devia-se preservar este corpo para ele recebesse de forma adequada a alma. Preocupados com esta questão, os egípcios desenvolveram um complexo sistema de mumificação.
·         O processo de mumificação:
1)       O cadáver era aberto na região do abdômen e retiravam-se as vísceras (fígado, coração, rins, intestinos, estomago, etc.). O coração e outros órgãos eram colocados em recipientes à parte. O cérebro também era extraído. Para tanto, aplicava-se uma espécie de acido pelas narinas, esperando o cérebro derreter. Após o derretimento, retiravam-se pelos mesmos orifícios os pedaços de cérebro com uma espátula de metal.
2)        O corpo era colocado em um recipiente com natrão (espécie de sal) para desidratar e também matar bactérias.
3)       Após desidratar, enchia-se o corpo com serragem. Aplicavam-se também alguns perfumes e outras substancias para conservar o corpo. Textos sagrados eram colocados dentro do corpo.
4)       O corpo era envolvido em faixas de linho branco, sendo que amuletos eram colocados entre estas faixas.
    Após a múmia estar finalizada, era colocada dentro de um sarcófago, que seria levado a pirâmide para ser protegido e conservado. O processo era tão eficiente que, muitas múmias, ficaram bem preservadas até os dias de hoje. Para transformar um corpo em múmia era muito caro naquela época. Portanto, apenas os faraós e sacerdotes eram mumificados. Alguns animais como, por exemplo, cães e gatos também foram mumificados.

A Pintura
    Grande parte das pinturas era feitas nas paredes das pirâmides. Estas obras retratavam a vida dos faraós, as ações dos deuses, a vida após a morte entre outros temas da vida religiosa.
    Os pintores egípcios estabeleceram várias regras que foram seguidas durante muito tempo, ao longo do Antigo Império. Entre elas, a regra da frontalidade chama a atenção pela frequência com que aparece nas obras.
   Segundo essa regra, o tronco e um dos olhos do retrato deviam ser desenhados de frente para o observador, enquanto a cabeça, os pés e as pernas deviam ser desenhados de perfil.
    Provavelmente os artistas da época achavam difícil desenhar uma pessoa com pernas e pés virados para frente.
    A regra determinava também que o desenho e a pintura deviam mostrar tudo o que havia de mais característico nos seres retratados, pois o observador tinha de entender facilmente as imagens.
    Os desenhos eram acompanhados de textos, feitos em escrita hieroglífica. As tintas eram obtidas na natureza (pó de minérios, substâncias orgânicas, etc.).
   Aspectos técnicos como perspectiva, proporção entre as figuras e ponto de vista do autor da obra ainda não preocupavam os pintores egípcios. Tudo era mostrado como se estivesse de frente para o observador.
    A rigidez dessas regras só seria quebrada no reinado de Amenófis IV, no Novo Império. Ele transferiu a capital de Tebas para Amarna e pôs fim à religião politeísta, impondo ao povo uma religião monoteísta, cujo único deus era Aton, o deus Sol, e adotando o nome de Akhnaton em homenagem a ele.
   Akhnaton encomendou pinturas e relevos em que ele, o faraó, não era visto em posturas solenes e austeras como seus antecessores.
   Após a morte de Akhnaton, a tendência para a informalidade nas representações artísticas perdurou em algumas obras do início do reinado de Tutancâmon, seu filho e sucessor.
    Quando Tebas voltou a ser a capital do Egito e o politeísmo foi restaurado, muitos artistas voltaram a representar os governantes em posturas formais.
  
A escultura
    A escultura é a mais bela manifestação da arte egípcia no Antigo Império. Apesar das muitas regras existentes para esse tipo de arte, os escultores criaram figuras bastante expressivas. Os egípcios acreditavam que, além de preservar o corpo dos mortos com a mumificação, era importante encomendar a um artista uma escultura que reproduzisse seus traços físicos.
   Essa concepção da escultura não era aplicada apenas às obras que representavam mortos. Para os egípcios, todas as esculturas deveriam revelar as características do retrato, como a fisionomia, os traços raciais e a condição social.
    Nas tumbas de diversos faraós foram encontradas diversas esculturas de ouro. Os artistas conheciam muito bem as técnicas de trabalho artístico em ouro. Faziam estatuetas representando deuses e deusas da religião politeísta. O ouro também era utilizado para fazer máscaras mortuárias que serviam de proteção para o rosto da múmia.

Os Deuses Egípcios
·         Rá = Sol
·         Toth = Sabedoria, conhecimento, representante da Lua.
·         Anúbis = Os mortos e o submundo.
·         Bastet = Fertilidade, protetora das mulheres grávidas.
·         Hathor = Amor, alegria, dança, vinho, festas.
·         Hórus = Céu
·         Khnum = Criatividade, controlador das águas do rio Nilo.
·         Maet = Justiça e equilíbrio.
·         Ptah = Obras feitas em pedra.
·         Seth = Tempestade, mal, desordem e violência.
·         Sobek = Paciência, astucia.
·         Osíris = Vida após a morte, vegetação.
·         Ísis = Amor, magia.
·         Tefnut = Nuvem e umidade.
·         Chu = Ar seco, luz do sol.
·         Geb = Terra.

A Cleópatra
    Ultima Rainha da dinastia Ptolomaica que dominou o Egito após a Grécia ter invadido aquele pais. Filha de Ptolomeu XII com sua irmã, ela subiu ao trono aos 17 anos de idade, após a morte do pai. Contudo, ela teve que dividir o trono com seu irmão Ptolomeu XIII com quem se casou, e depois, com Ptolomeu XIV. A luta pelo poder entre ela e seus irmãos gerou uma forte instabilidade politica e econômica. Diante disso, ela acabou exilada e decidiu pedir o auxilio de Roma. Num plano audacioso e arriscado, ela enviou a si própria, embrulhada dentro de um tapete, como presente a Júlio César. Tornaram se amantes e ele a ajudou assassinar seu irmão em 51 a.C. após isto, ela tornou-se a rainha e foi para Roma, onde deu a luz a Cesarion. A rainha retornou-se a terra natal após o assassinato de César, em 44 a.C. ainda mais ambiciosa, ela tomou conhecimento da posição importante que Marco Antônio se encontrava na Anatólia, que ocupava o cargo de governador da porção oriental do Império Romano. A rainha seduziu este outro romano iniciando com ele um relacionamento amoroso. Ela deu dois filhos a Marco Antônio que, em troca, devolveu-lhe os territórios de Cirene e outros, que até aquele momento, estavam sob o domínio do Império Romano. A atitude de Marco Antônio, que se deixava dominar cada vez mais pelo poder de sedução da rainha, devolvendo-lhe as terras que haviam sido conquistadas pelo Império Romano, incomodou de tal forma o Senado romano, que, este, declarou guerra a ambos. Após serem derrotados por Otávio na batalha naval de Ácio, ambos cometeram suicídio, tendo Cleópatra se deixado picar por uma serpente. Após isto, o Egito voltou às mãos de Roma.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d7/Maler_der_Grabkammer_der_Nefertari_004.jpg Pintura
http://meninasemarte.files.wordpress.com/2012/03/tutankamon.jpg Escultura
http://meninasemarte.files.wordpress.com/2012/03/esfinge_010.jpg Esfinge
http://www.arteuniversal.com.br/artes/arte_egipcia/monumentos_escultura/em-pleno-deserto-a-esfinge-.jpgPirâmides e a Esfinge
http://1.bp.blogspot.com/_omdL6gKZGsA/SoQnJzebpfI/AAAAAAAAAJE/8pytUBBARi8/s400/arte+eg%C3%ADpcia.png Pintura
http://meninasemarte.files.wordpress.com/2012/03/hieroglifos.jpg
Hieroglifos


http://meninasemarte.files.wordpress.com/2012/03/nefertiti.jpg Nefertite